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domingo, 3 de julho de 2011

Reflexões de um matemático

Sem a história e sem os personagens palavras são apenas palavras.

sábado, 25 de junho de 2011

Parafraseando Thoreau

Mais do que amor, do que dinheiro,  do que fé, do que fama, do que justiça, me dê a verdade.

sábado, 18 de junho de 2011

Um dia perfeito

Quase morri
Há menos de trinta e duas horas atrás
Hoje a gente fica na varanda
Um dia perfeito com as crianças.
São as pequenas coisas que valem mais
É tão bom estarmos juntos
Tão simples: um dia perfeito
Corre, corre, corre
Que vai chover!
Olha a chuva!
Não vou me deixar embrutecer
Eu acredito nos meus ideais
Podem até maltratar meu coração
Que meu espírito ninguém vai conseguir quebrar!
E o dia ainda não acabou!!! histórico e promte!

domingo, 29 de maio de 2011

terça-feira, 10 de maio de 2011

Essa minha Brasília...

Estou voltando do trabalho quando ouço um homem falar de dentro do carro:

-É pra botar medo no promotor mesmo, fala que eu sou dono de loja de armas.

Na hora apenas pensei "Pega a reta e nem olha pro cara!" kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

domingo, 17 de abril de 2011

A bolsa e o poker

No pôker as pessoas dizem que querem apenas jogar mas querem realmente é ganhar dinheiro.

Na bolsa as pessoas dizem que querem ganhar dinheiro mas querem realmente é jogar.

terça-feira, 12 de abril de 2011

É o melhor

"Informação não é conhecimento. Conhecimento não é sabedoria. Sabedoria não é verdade. Verdade não é beleza. Beleza não é amor. Amor não é música. Música é o melhor."

Frank Zappa

segunda-feira, 28 de março de 2011

Fala Particular: Caetano Veloso - Bethânia

Caetano solta o verbo encima da galera que dotana a Bethânia por causa da ajuda de custo do Ministério da Cultura que pode chegar à 1,3 milhão.

Lê aí: Fala Particular: Caetano Veloso - Bethânia

sábado, 12 de março de 2011

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Reflexões de um matemático - 2

Por que insistir nos mesmos erros, se temos tantos novos a cometer?

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Brasília e a copa

Concordo em gênero, número e grau com o blog do José Cruz.

Segue abaixo o post que ele fez:

Estádio Mané Garrincha: 30 mil anos para pagar
Quase um mês depois de ter assumido o Governo do Distrito Federal, o governador Agnelo Queiroz ainda não teve tempo para formar um gabinete de assuntos sobre a Copa do Mundo.
Ninguém foi nomeado para responder pelo cargo, como se não estivéssemos a três anos do evento.
Deixar a Copa na cota da Secretaria de Esporte é uma irresponsabilidade governamental. É uma obra gigantesca que não pode absorver o trabalho de ações específicas de uma secretaria dessas.
Enquanto isso...
Recebi do jornalista Walter Guimarães um estudo – ele é especialista nisso – sobre a primeira rodada do Campeonato Brasiliense de Futebol, realizada no domingo passado (16). Não espero pela rodada deste domingo (23) porque não mudará absolutamente nada. Confiram o que diz Walter:
Resolvi fazer algumas previsões após passear pelos borderôs da primeira rodada do Campeonato Brasiliense de Futebol.
Ainda está fora dos meus cálculos o maior clássico distrital entre Brasiliense x Gama, jogado nesse meio de semana, com 3.915 testemunhas !!! Essa multidão presente deve ser considerada como casa cheia, perto do que os números da primeira rodada mostram:

a) - CFZ x Brasiliense:
671 testemunhas
133 convidados
538 pagantes
Renda líquida: R$ 1.939,82
b) - Brasília x Botafogo-DF:
582 pagantes
Renda líquida: R$ 904,74
c) - Formosa x Ceilândia:
1.130 pagantes
Renda líquida: R$ 2.973,40
d) - Gama x Ceilandense:
2.342
542 convidados
1.800 pagantes
Renda líquida: R$ 14.026,64

Não é para ficar feliz?? O Candangão está dando lucro !!! Na primeira rodada, depois de meses de espera dos ansiosos torcedores locais, a renda total foi de R$ 19.844,60.

Fazendo uma previsão muito, mas muito otimista, se for mantido esse valor em todas as rodada da primeira fase, se terá um total de R$ 280.000,00

Se na segunda fase, mesmo com apenas dois jogos por rodada, mas com os 4 melhores times, for possível manter a média, soma-se mais R$ 120.000,00

Nas finais, quem sabe com "verdadeiras casas cheias", em jogos de ida e volta, possa-se arrecadar mais R$ 100.000,00

Total de arrecadação: R$ 500.000,00

Infelizmente isso é uma alucinação, pois, numa previsão mais ponderada, acredito que não será arrecadado nem a metade disso...

Novo estádio
E o novo Mané Garrincha, com 71 mil lugares, custará algo perto de R$ 1 bilhão??? Se forem arrecadados mesmo os R$ 500.000,00, em 2 mil anos o dinheiro arrecadado no futebol candango pagaria a obra.
Mas isso se toda a arrecadação fosse repassada para a construção do estádio. Na verdade, ainda segundo os borderôs, a Federação Brasiliense ficou com R$ 1.614,50 nessa primeira rodada.
Fazendo o mesmo cálculo com essa receita, no final a Federação terá recebido algo perto de R$ 35.000,00. Aí, seria necessário algo perto de 30 mil anos...

Em tempo
A média de público, contando com os inexplicáveis "convidados", foi de 1.181 torcedores, algo perto de 1,7% da capacidade do novo estádio.
Como comparação, passo alguns dados do Campeonato Pernambucano, que depois de 17 partidas contabilizadas pelos borderôs, tem média de 8.545.
O Santa Cruz, que junto com o Gama vai disputar a Série D do Brasileiro, jogou duas partidas no Arruda e colocou mais de 20 mil pessoas em ambas, contra os não tão tradicionais América-PE e Ypiranga-PE. Já arrecadou R$ 249.700,00 em renda, ou seja, a metade da previsão positiva para o DF todo.
Que me desculpem os candangos, mas Copa do Mundo aqui não faz qualquer sentido.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Reflexões de um matemático

Sinceramente sinto uma preguiça sem fim quando vejo pessoas discutindo a existência ou não de Deus.

Esse pensamento veio depois que comecei a estudar Matemática, pois qualquer discussão sobre o assunto é baseada apenas na fé, não sendo possível demonstrar a veracidade de nenhum dos dois casos, devido a falta de um sistema axiomático para o modelo, onde o axioma seria a própria existência de Deus.

Os ateus se baseiam na idéia da impossibilidade da existência de Deus, o que gera uma contradição,  pois eles modelam um sistema com a axiomática da improbabilidade da existência de Deus, e por isso chegam a uma resposta da inexistência devido a baixíssima probabilidade do evento Deus existe. Porém a axiomática leva a um paradoxo, pois  a simples existência do universo após o Big Bang é improvável e mesmo assim os ateus existem, o que leva a uma contradição no modelo.

Os Teístas se baseiam na idéia do Grande Arquiteto do Universo, onde Deus seria o criador de tudo que existe, precedindo a tudo, o que também leva a um paradoxo, pois a criação de qualquer conjunto, e que vale também na Biologia, sai do simples para o complexo, e não o contrário, o que também levaria a um paradoxo.

Portanto toda e qualquer discussão sobre a existência de Deus é baseada apenas na fé, e fé é acreditar sem ver, pode-se ter fé em qualquer coisa, até mesmo no Maradona.

 Sem mais.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

A loucura da internet

Li lá no trabalho sujo:


WikiLeaks e Facebook são mais do que duas faces do tema privacidade: são a prova que, para encarar 2011, é preciso cautela, pois o Big Brother de George Orwell pode ser uma rede antissocial


Mark Zuckerberg agradece o prêmio que acabou de receber da Time, eleito “pessoa do ano de 2010” segundo a revista – que também já elegeu Hitler (1939), Stalin (1938 e 1942) e ‘Você’ (2006) como personalidade do ano. Mas no meio de sua fala de agradecimento, um problema na transmissão faz surgir na tela a imagem do jornalista australiano Julian Assange, fundador do WikiLeaks que invade o pronunciamento do Cidadão Zuck para falar algumas verdades sobre a escolha da revista.

Bebendo uísque numa sala de estar em algum lugar remoto do mundo – a janela mostra o exterior, à noite, e está nevando –, ele troça da escolha da revista (“Time, sempre à frente: descobriu o Facebook apenas algumas semanas depois da sua avó”) antes de falar uma verdade sobre a escolha da revista: “Vejamos: eu dou de graça para todos informações particulares sobre as corporações e sou um vilão. Mark Zuckerberg vende as suas informações particulares para corporações e ele é o homem do ano”. Hmmm…

A cena é, na verdade, um quadro do programa humorístico norte-americano Saturday Night Live: Zuckerberg é interpretado por Andy Samberg (conhecido por ter transformado em hit o quadro “Dick in a Box”, ao lado do cantor Justin Timberlake) e Assange é interpretado por Bill Hader (que vive um dos policiais na comédia Superbad – É Hoje). Mas, apesar de ser apenas uma piada, o quadro escancara a principal tendência para 2011 no que diz respeito ao mundo digital. Afinal, WikiLeaks e Facebook têm muito mais em comum do que simplesmente o fato de serem ambientes nascidos na internet.

Ambos sites lidam com dois temas urgentes nos dias de hoje: exposição e sigilo, que podem ser vistos como um só – privacidade ou segurança, dependendo do ângulo. A forma como os dois sites lidam com informações que em décadas anteriores se restringiam a círculos privados restritos (desde as altas cúpulas executivas ao recanto tranquilo de seu lar) acaba por torná-los gêmeos de índoles diferentes, como o citado quadro do Saturday Night Live faz crer.
Afinal, são quase gêmeos mesmo: embora tenha sido criado em 2004, foi só em setembro de 2006 que o Facebook abriu seus cadastros para qualquer um que não fosse estudante universitário (a rede social era restrita a esse tipo de usuário até então). E no mês seguinte, era registrado o domínio do WikiLeaks, site que só foi lançado de verdade em dezembro daquele ano.

Ambos lidam com uma questão crucial na era digital: de quem são os dados que circulam na rede? Mais do que isso – a quem pertence a informação no mundo pós-internet? Aquela foto que você tirou no réveillon é sua? E se alguém passou atrás na hora em que você tirou esta foto? E se esse alguém não queria ser visto naquela comemoração de ano novo? Você está infringindo seus direitos autorais ou sua privacidade? Ou será que, como prega o CEO do Google, Eric Schmidt, se você tem algo a esconder, talvez fosse melhor que você nem estivesse fazendo?

São questões sem resposta – ainda. Mas algumas dicas sobre o futuro deste debate apareceram em algumas capas de revista durante o ano que passou. Uma delas foi da Wired de agosto, que declarou a morte da web. Polêmica, a capa abriu um debate sobre a natureza da internet e como nos relacionamos com ela. A revista advogava que, uma vez que as pessoas estão acessando a rede cada vez mais por telefones celulares, a interface feita para computadores no início dos anos 1990 (a World Wide Web) estava perdendo espaço para outras formas de utilização da internet.

Fato: a internet não pertence mais apenas aos computadores. E, uma vez que está à disposição de qualquer aparelho que se conecte a ela, dá para subir informações de qualquer lugar. Seja comentar em um blog, publicar uma foto ou atualizar sua conta no Twitter. Deixando de lado a questão técnica sobre a natureza da rede, levantada pela revista, e trazendo o assunto de novo à nossa discussão, o fato de a internet não ser mais uma rede e sim várias faz com que se perca completamente o controle sobre qualquer coisa que seja publicada online.

Outra capa pegou carona nesta discussão para ampliá-la: na edição de dezembro da revista Scientific American trouxe ninguém menos que Tim Berners-Lee, criador da World Wide Web, para escrever sobre estas mudanças que estão ocorrendo na rede. No artigo “Vida Longa à Web”, o cientista reclamava que estas diferentes sub-redes criadas dentro do ambiente digital poderiam matar a essência da internet como a conhecemos hoje.
Redes fechadas de venda de conteúdo (como as criadas pela Apple, Microsoft, Sony e Nintendo) ou ambientes que se esforçam para trazer todo o conteúdo online para o mesmo lugar (como tentam Google e Facebook) tornam a navegação fragmentada e a rede, que antes permitia a comunicação de todos com todos, se tornaria menos entrelaçada e os diálogos, dispersos, isolados. Esta balcanização da rede poderia deixar a internet mais estagnada, menos frutífera, mais controlada.

O que nos leva à terceira capa de revista, com Zuckeberg eleito como personalidade do ano pela Time no fim de 2010. Seria Mark o criador de um ambiente propício à interação, ligando milhões de pessoas entre si (“O conector”, diz a legenda de sua foto na capa da revista)? Ou ele é o dono de um império de informações construído a partir de nossos dados? A quem pertence as informações contidas no Facebook? A todos que estão lá ou à empresa fundada quase no susto por um ex-estudante de Harvard?

Se estas questões seguem em aberto, elas voltam para nós como um alerta: cuidado com o que você publica online. Mas tal ressalva não depende de cada um de nós, uma vez que basta fazer compras na Amazon para que seus dados – sua lista de compras, seus hábitos de consumo – se tornem públicos (ou, ao menos, públicos para a Amazon). Usar a internet quase que pressupõe a autopublicação e mesmo que você apenas “curta” um link que um amigo colocou no Facebook, você está publicando algo.

Por isso é bom entrar em 2011 com isso em mente: uma vez online, seus dados não são mais seus. Mesmo que isso ainda não seja regra, é bom trabalhar sabendo disso – é uma lógica que vale tanto para pessoas quanto para empresas e instituições. Afinal, a qualquer minuto alguém pode levantar diversos dados sobre você e jogá-los para todos – vide o que fizeram com Julian Assange depois que ele começou a vazar documentos confidenciais dos Estados Unidos. E pode ser que, depois de uma década “social”, comecemos a encarar a internet como uma rede de potencial antissocial, em que todos estão vigiando todos. Em algum lugar, George Orwell, autor do clássico 1984, sorri sem graça.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Lula lá!


E o Lula diz: "O congresso é a cara da sociedade"

Falou tudo, Lula é gênio e dá um tapa na cara daqueles que reclamam de político ladrão, porém sonegam impostos...