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sábado, 9 de janeiro de 2010

A segunda impressão é a que fica!!

A primeira impressão de Berlim é realmente a neve. Foi ela que nos recepcionou no aeroporto, depois de duas horas de viagem, e três de atraso. Isto está se transformando em algo comum nos vôos da easyjet. Desta vez, não queríamos dormir no aeroporto, e pagaríamos uma boa grana para chegar no albergue. Eis que conhecemos Roberta, uma italiana muy simpática, que fala inglês e espanhol, e mora em Berlim (deve falar italiano e alemão tbém).

Ela fala melhor espanhol, e depois que me ouviu falar a palavra metro, ficou bastante feliz. Dela também foi a segunda quebra de preconceito sobre Berlim. A primeira foi um casal de alemães que conversou com o Andrei, e depois nos deu todas as indicações, e passar até folders e conhecimentos gerais sobre a cidade.

Mas Roberta tirou aquele preconceito que se confunde com o frio, a de que os alemães são extremamente ríspidos e sem emoção. ‘Não’, ela disse. ‘eles trabalham muito, mas se divertem também. Quando tiram férias, só querem descansar’. Este foi o papo durante um racha no táxi do aeroporto até o albergue perto das 2h da madrugada. E Berlim encarna exatamente este espírito solidário. As pessoas vão embora do trabalho tomando a sua cerveja. Numa segunda feira a noite, os bares, restaurantes, as ruas estão lotadas. As pessoas param depois do trabalho para se divertir.

A cidade é uma máquina que funciona de forma praticamente perfeita, afinal as pessoas trabalham para isto, e toda esta união pode ser explicada em parte pelas derrotas em muitas guerras e pela separação que o muro de Berlim ainda deixa nas pessoas. Sabem espanhol, por irem muito as praias espanholas. E inglês, por estudarem na escola. E estão sempre prontos a ajudar. Esta é a minha segunda ótima impressão da cidade. As pessoas até se oferecem. Isto era incrível.

Apesar de apenas três dias, pode-se perceber que a solidariedade é uma marca dos alemães. Quando se quer ajudar (e como precisamos de ajuda!!), a língua é uma barreira muito fácil de ser batida. Não é só a cerveja( que de tão boa pode ser tomada quente), mas esta qualidade do alemão poderia ser melhor divulgada para o restante do mundo.

By Hebert Regis

berlim é sensacional


Berlim é sensacional! Apesar de ter pegado um frio de -10 graus e quase congelar eu amei aquela cidade!!! Pessoal muito legal, as coisas funcionam e tudo é muito limpo e arrumado além de que Paulander, Franciscana e Edinger custam 0,80 centavos no supermercado, enquanto em Brasília vai de 9 a 13 reais mais ou menos! Obviamente comprei MUITAS cervejas, e é tão frio que enquanto eu andava elas gelavam de uma maneira que ficava ruim de tomar de tão geladas!

Berlim é a cidade do encontro e desencontro, cidade marcada pelo encontro da Ju e posteriormente do Marcel, com algumas falhas para encontrar a Ju e indo embora um dia antes deles...

Mas o que é Berlim no meio de tantas cidades históricas na Europa? A maioria das pessoas nem a coloca no Tour, mas enquanto muitas cidades são Poser, Berlim é True, é uma cidade diferente, que deve estar no roteiro de qualquer pessoa que vier à Europa e que será marcada pelo Marcel bêbado falando na maior felicidade do mundo: Tamo em Dublin véi!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Berlim



Uma coisa a se ressaltar sobre essa cidade é que os preços das coisas são definitivamente menores que em Paris. A começar pela cerveja, item importantíssimo pra quem passa por lá.

Bebedeiras à parte e ao contrário do que qualquer um que vê um deles falando o assustador alemão pode pensar, os alemães são muito gente boa! Fiquei impressionada com a boa vontade deles em ajudar turistas roberts! Eu já os admirava por coisas sérias como reerguer uma nação que foi praticamente falida ou por reconstruir uma cidade que foi abaixo tantas vezes. Agora posso gostar mais deles por sua simpatia entre aspas.

Se é assustador ouvir um alemão falando “prazer em conhecer você” imagina só um gritando pra te fuzilar no corredor do muro de Berlim. Você sabia que na verdade eram dois muros? Eu não.

Ah sim! Os bonequinhos do semáfaro da Berlim Oriental eram diferentes. Tinham chapéu e tudo! Quando fui ver o porquê achei engraçadíssimo: o governo acreditava que fazendo uma imagem mais humanizada e simpática, a população seria mais obediente ao sinal de trânsito. Pode?

Toda a mentalidade dessa época foi mudando e hoje é muito interessante ver um alemão falando das guerras. Como o Mário Quintana iria dizer: Berlim não tem mais paredes, apenas horizontes. Tem muito o que falar dessa cidade. A viagem foi mesmo “fantástica”, como diz o Andrei, mas o melhor mesmo foi vê-lo pagando mais mico que eu. Foi um grande prazer viajar com vocês!

Juliana Müller

Valeu por você existir amigo!

Pub Crawl é muito doido!!!!